A vida oferece chances para todos. Às vezes, a gente nem se dá conta e acaba perdendo tudo em poucos segundos. No futebol também é assim. Uma chance de gol não pode ser disperdiçada. Ela surge em meio à correria, marcação, zagueiros, goleiros. Surge.
Ronaldinho Gaúcho é um jogador que não disperdiçava essas chances. Era veloz, conseguia imprimir beleza em futebol de qualidade. Além de ser um bom rapaz. Isso, tranquilo, sem arrogância. Ganhou a minha admiração.
Sempre falo que se eu levar em conta os salários dos jogadores e todo o dinheiro que gira em torno do futebol (não só no Brasil, mas no mundo), minha veia esquerdista e socialista iria falar mais alto e não torceria mais pra ninguém. Por isso, tento nem lembrar disso, porque o futebol me faz muito bem.
Mas convenhamos, não é todo mundo que ganha um 1 milhão por mês, por exemplo, como alguns jogadores, pra de uma hora pra outra começar uma má fase. Se estiver machucado, tudo bem. Mas e quando cai o rendimento? Qual a explicação? Há várias.
O rendimento do Ronaldinho Gaúcho caiu. Há muito tempo não joga como antes. A torcida do Flamengo tem que ficar atenta. Soltar os fogos agora, mas acompanhar com cautela a evolução do jogador. Cabe ao técnico enquadrá-lo numa posição de destaque, mas sem esquecer do time todo.
Quando lembro da desculpa do time que tem talentos individuais, lembro da Copa de 2006. Aliás, melhor nem lembrar.
Por enquanto temos boas imagens. São do meu amigo Wagner Meier/Fotoarena




0 comentários:
Postar um comentário